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O que realmente importa no Ministério de (Louvor ou) Adoração?

Olá Personas,

Andei procurando alguns artigos a respeito de ministério de louvor e encontrei um interessantíssimo escrito por Darlene Zschech, líder de louvor da Hillsong.

Neste artigo é tratado quatro pontos chaves para um integrante do ministério de louvor e/ou adoração: Unidade, Excelência, Determinação e Atitude.

Espero que aqueles que ainda não possuem essas características possa refletir bastante após ler este artigo.

Por 18 anos, Darlene e seu esposo, Mark, têm sido uma parte vital da liderança da Igreja Hillsong, em Sydney, Austrália, que conta atualmente com um quadro de membros de mais de 15 mil pessoas. Como uma Pastora de Adoração, Darlene é a supervisora do departamento de Adoração e Artes criativas da Igreja Hillsong. Ela também é diretora associada da Conferência Hillsong que é uma conferência anual de música e liderança da igreja. Darlene e Mark residem em Sydney com suas três filhas, Amy, Chloe e Zoe. Sua paixão na vida é encaminhar as pessoas até a presença de Deus e vê-las realizarem todo o seu potencial nEle.

Mais informações sobre Darlene clique aqui.

Espero que gostem deste artigo e que Deus toque profundamente os vossos corações.

O que realmente importa no Ministério de (Louvor ou) Adoração?

Unidade importa

Salmos 133:1 (NVI) “Como é bom e agradável quando os irmãos convivem em união!”. Romanos 15:5 e 6 “O Deus que concede perseverança e ânimo dá-lhes um espírito de unidade, segundo Cristo Jesus, para que com um só coração e uma só voz vocês glorifiquem ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo”.

DEUS AMA A UNIDADE. Que testemunho maravilhoso à Sua bondade quando Seus adoradores riem juntos, oram juntos e se prostram e vivem uma vida ministerial juntos. Esta é uma coisa rara e preciosa, e Deus diz que se VIVERMOS em unidade, Ele comandará BENÇÃOS para nós. Estar em unidade é uma decisão que TODOS nós devemos tomar sempre. Lute por isso. Faça o que for necessário para ter unidade, porque Deus abençoa isso e Ele responde a isso. Ele requer isso. Colossenses 3:13 e 14 diz para perdoar uns aos outros como o Senhor nos perdoou, COLOQUE AMOR, QUE NOS LIGA JUNTOS EM UNIDADE.

Continua…

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  1. monica cilene durval alves
    04/05/2011 às 10:49

    EU GOSTEI MUITO E QUERO POR EM PRATICA NA MINHA VIDA ESPIRITUAL E MELHORAR O MEU MINISTERIO AMEM

  2. 21/09/2012 às 09:52

    Preciso viver isso no meu ministério, e fiz um alto anlise de tudo, vi que esta faltando posicionmento e determinação.
    obrigado por esse estudo.
    Que as ricas bençãos do Senhor Jesus esteja sempre no seu ministerio.

  3. Marcos Paulo
    17/04/2014 às 19:01

    Ótimo nossos ministros de louvor precisam ser educados na palavra de Deus com a verdadeira adoração. Chega de farisaismo.

  4. CLEISON
    27/08/2015 às 18:26

    GOSTEI MUITO E VOU EMPLANTAR NO MINISTERIO DE LOUVOR

  5. cissa
    30/10/2015 às 08:28

    Amei este artigo sobre ministério de louvor. Bênção de Deus.

  6. 12/11/2015 às 08:49

    A influência da música na saúde mental
    Ivone Boechat

    A música se destaca dentre as expressões artísticas, desde os primórdios da narrativa bíblica. No século VI a.C, Pitágoras afirmava: “A música e a dieta são os dois principais meios de limpar a alma e o corpo e manter a harmonia e a saúde de todo organismo”.
    Nada no planeta escapa aos efeitos da música. Ela interfere em tudo: na digestão, na produção de secreções, na circulação sanguínea, nas batidas cardíacas, na respiração, na nutrição e nas inteligências.
    O alemão Tartchanoff, especialista nos fenômenos cerebrais, provou que “A música exerce poderosa influência sobre a atividade muscular, que aumenta ou diminui, de acordo com o ritmo, o volume, o estilo”. Os sons são dinamogênicos, isto é, aumentam a energia muscular em função de sua intensidade e ritmo. Ou o inverso: a música pode paralisar. O uso errado da música encurta a vida e, corretamente usada, ajuda a preservá-la. As batidas cardíacas podem ser reguladas ou transtornadas pelos sons musicais. O rock, por exemplo, faz mal à saúde física e mental, e vicia tanto quanto qualquer droga química. Um rock-dependente submetido a um tratamento de desintoxicação mental demora muito para curar a desarmonia no seu metabolismo.
    Já os ritmos harmoniosos são estimulantes, sedativos, ajudam a recuperar o sono e fixam a memória. A medicina usa a música na terapia de partos, cirurgias, tratamentos dentários etc. Empresas de saúde entretêm pacientes em sala de espera com música suave, neutralizando a ansiedade.
    Médicos de Los Angeles, EUA, selecionam músicas para relaxar no tratamento de pacientes com dores. No Brasil a música é usada na assistência a doentes terminais.
    Há muito se sabe que a música estimula a produção no trabalho. Em restaurantes, se inteligentemente usada, ela estimula o apetite, o romantismo, a confraternização, as comemorações. Nos quartéis, desperta o espírito cívico. A Bíblia conta, por exemplo, que o rei Jeosafá usou um grandioso coral e uma banda de música para intimidar o inimigo (II Cr 20). Ganhou a batalha!
    Shakespeare dizia que a música: “Presta auxílio a mentes enfermas, arranca da memória uma tristeza arraigada, arrasa as ansiedades escritas no cérebro e, com seu doce e esquecedor antídoto, limpa o seio de todas as matérias perigosas que pesam sobre o coração”.
    Para cada ambiente há ritmos, sons e volumes apropriados. Porém, o volume acima de 60 decibéis, segundo órgãos internacionais de saúde, pode causar espasmos e lesões cerebrais irreversíveis. Mais de 90 decibéis, e o excesso sonoro e rítmico calcificam parcialmente o cérebro, bloqueando a memória. A mensagem externa não pode ser gravada, porque a química está alterada pelo excesso de adrenalina.
    A epilepsia musicogênica resulta do excesso de ruídos musicais, incluindo convulsões. A lesão produzida pelo mau uso do som pode até matar, se a vítima não for adequadamente tratada. Desde o quarto mês de gestação, os bebês já podem perceber a agressão externa pela inteligência corporal. A ansiedade de uma grávida onde o som ultrapassa os limites humanos de segurança é percebida e registrada pelo feto.
    Hoje, muitos jovens têm problemas de audição comuns em idosos, o que explica o volume exagerado de músicas em festas e cultos. Isso leva a sons cada vez mais altos. Outros efeitos negativos são irritabilidade, memória confusa, baixa aprendizagem, baixa autoestima, insônia, cefaleia, vômitos, impotência, morte etc.
    Na Alemanha, um estudo revelou que 70 decibéis sistemáticos de “música” causam constrição vascular – mortal, se as artérias coronárias já estiverem estreitadas pela arteriosclerose. Quem usa marca-passo deve fugir desses ambientes! É comum o mal-estar súbito em pessoas durante festas em que a música, ao invés de ser um bem passou a ser arma. É uma questão de saúde pública!
    Se usada com equilíbrio, a música sensibiliza, entusiasma, fortalece a memória, consola, tranqüiliza, desperta a atenção, mobiliza inteligências…
    A música deve ser usada inteligentemente, como recomenda um dos maiores músicos da antiguidade, Rei David: “ Pois Deus é o Rei de toda a Terra; cantai louvores com inteligência.” Sl 47:7 .
    Nos céus de Belém, anjos cantaram naquela noite em que a Internet de Deus se abriu à humanidade, em sons harmoniosos e o data-show celestial revelou “… novas de grande alegria…” Lc 2:10

  7. 12/11/2015 às 08:49

    SOS- misericórdia para as crianças

    Ivone Boechat

    A sociedade vive sobressaltada, de cabelo em pé, com o resultado do seu próprio estilo de vida. É muito barulho pra todo lado. Aí, a própria família, essa que reclama tanto do incômodo, basta alguém comemorar o aniversário e o barulho é o primeiro convidado a chegar. Nas festas de casamento então, o barulho chega de fraque e cartola. Os convidados, coitados, que imaginavam rever amigos e botar o assunto em dia, nem pensar. Ninguém consegue falar, só se gritar para saber, pelo menos, como o outro vai. Aliás, na primeira chance as pessoas vão saindo, estressadas e frustradas. É para economizar o consumo? É chic? É moda? É claro que um fundo musical na festa é maravilhoso! Mas, por que tanto volume? E não adianta pedir para baixar o som, o profissional contratado, o dj, tem poder; manda na festa e você pode morrer fuzilado com uma guitarra apontada para o seu ouvido que ninguém socorre ninguém.

    Por onde anda a educação?

    As crianças não escapam dessa maluquice de botar o som em último volume nas comemorações, pasmem, a partir de um ano de vida! Mas reparem como os pimpolhos homenageados se comportam na festa: desesperados, choram, querem tirar a roupa, os sapatos, os penduricalhos do cabelo, e geralmente os avós ou algum voluntário bom samaritano sai com a vítima aos farrapos, para dar uma volta lá fora, onde o aniversariante acaba dormindo, aliviado, longe dessa zoeira horrorosa! É um caos! Enquanto isso, uma nuvem de sofredores de tenra idade se esforçam para ficar na festa, anestesiados pela esperança de ganhar os brindes. Ufa! Que sacrifício! A maioria chega a casa e haja mecanismos para baixar a overdose de adrenalina.

    A Escola não pode de maneira nenhuma se omitir na educação sobre o uso inteligente do som.

    Os profissionais têm também que baixar o volume dos equipamentos utilizados nas aulas. É um horror! Os professores devem reduzir o volume da voz. Por que gritar tanto assim? Numa conversa normal, com pessoas educadas falando, o decibelímetro marca 30, 35 decibeis! Imagina o incomodo de quem é obrigado a participar de uma aula com 60 decibéis ou mais dos professores que só gritam? O resultado é este que se registra: de cada cinco crianças, nas três primeiras séries do ensino fundamental, somente uma é capaz de ler e entender uma frase escrita! É só porque o professor grita? Não! Claro que não, mas que a gritaria interfere, ah! Interfere, sim.

    “O excesso de ruído causa na massa cinzenta um estímulo desnecessário, que a deixa acelerada, sem motivo. Ficamos em alerta, como se estivéssemos em perigo”, explica Fernando Pimentel de Souza, neurofisiologista da Universidade Federal de Minas Gerais. Isso significa produção em excesso de cortisol, o hormônio do estresse, em picos indiferente”.
    .
    Excesso de som altera a química cerebral: barulho excessivo das indústrias, canteiros de obras, meios de transporte, áreas de recreação, recreio da escola, festas, reuniões, etc. estratosféricos, no organismo. “É uma estratégia de defesa, que o próprio cérebro, agredido, articula”, justifica o psicólogo Esdras Vasconcellos, da Universidade de São Paulo. Faz sentido, por se tratar de uma reação que prepara o corpo para se proteger de um possível problema”.

    “O ouvido é o único sentido que jamais descansa, sequer durante o sono. Com isso, os ruídos urbanos são motivos a que, durante o sono, o cérebro não descanse como as leis da natureza exigem. Desta forma, o problema dos ruídos excessivos não é apenas de gostar ou não, é, nos dias que correm, uma questão de saúde, a que o Direito não pode ficar “A Escola localizada no centro nervoso das cidades tem o ensino prejudicado. Pesquisadores da Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos, ao avaliar os efeitos do som do trânsito diurno em alunos do 7º ano, chegaram à conclusão que alunos que estudam em escolas localizadas em áreas de tráfego intenso tiveram pior resultado nos testes de leitura – uma defasagem de sete meses – em relação às turmas de instituições situadas em áreas mais silenciosas”.

    Então, mãos à obra: família, escola, igrejas, amigos, todo mundo; baixem o volume do som! Use-o, com inteligência!

  8. 12/11/2015 às 08:50

    Ministro de música

    1. Toda pessoa tem o sagrado direito de frequentar os cultos e atividades da igreja e de sentir-se muito feliz, sereno, confortado, em qualquer idade.

    2. O ouvido tem alta sensibilidade e suporta confortavelmente, por uma, duas horas, no máximo, 50 decibéis. Passou disso, além do mal que faz à saúde, incomoda muito.

    3. Todo instrumento pode ser usado no louvor, com inteligência, mesmo sabendo que há aqueles próprios para o culto.

    4. Culto não é show.

    5. Não existe hino ou música velhos.

    6. É preciso selecionar hinos próprios para cada ocasião, com mensagem, poesia, melodia, harmonia, ritmo. Ritmos assincrônicos desorganizam a química cerebral. Derrubam pessoas e até muros. Josué 6:20 Juízes 7:18

    7. Fundo musical durante o culto não pode interferir, desconcentrar, incomodar; use-o com muita inteligência. Ninguém suporta um teclado dedilhado pra lá e pra cá, aleatoriamente. Se for um hino próprio para a ocasião, baixinho, tudo bem, mas notas soltas…nem pensar.

    8- A música tem o poder de mobilizar as estruturas mentais.

    9- Culto animado não é sinônimo de barulho. Reverência, participação, adoração, comunhão, consagração, dedicação, apontam para o equilíbrio. O templo não é um lugar sombrio, triste, com silêncio sepulcral, é um espaço de alegria, louvor, transformação, decisões.

    10- Se você faz parte da equipe de músicos, nunca fique se distraindo e brincando com os instrumentos no altar, após o culto.

    “E Quenanias, príncipe dos levitas, tinha cargo de entoar o canto; ensinava-os a entoá-lo, porque era entendido nisso.” 1º livro de Crônicas 15.22.

    Ivone Boechat

  9. Rafael
    13/01/2016 às 18:05

    De que adianta um novo agito, novo ânimo, se nos dias de hoje infelizmente há muuitos e muuitos “levitas” “adorando” apenas no emocionalismo, e ha vida destoa do que mostram na igreja!

    E sobre igreja nos dias de hoje, acontece o contrário, as coisas só PIORAM… verdade seja dita!

  10. maria
    04/02/2016 às 02:33

    depois de le.fiquei analisando,como eu preciso de melhorar…quero realmente da o meu melhor a Deus e adquirir esperiencias com o meu Deus em nome de Jesus.

  11. Jatede
    11/10/2016 às 14:45

    Gosto muito desse ministerio..

  12. Eliete
    16/01/2017 às 00:53

    Quero dicas para ministrar louvor

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