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Reportagem da Revista Época.

Graça e paz amigos,

 

Algum tempo atrás o Joel Júnior me disse que o “Apóstolo” Renê Terra Nova (Ministério Internacional da Restauração) havia recebido o título de “Patriarca”. Achei que ele estava brincando, querendo nos descontrair um pouco. Por mais esquisito que o ministério daquele sujeito possa parecer, voltado para o período da lei e com a hierarquia militar do G12, uma paspalhada desse nível seria algo improvável. Contudo, apenas para desencargo de consciência, resolvi fazer uma pesquisa e descobri que o Júnior estava falando sério. Por mais bizarro que possa parecer, num congresso organizado por líderes ligados a ele (confira), chegaram à conclusão de que ele merecia ser honrado com o título de “patriarca”. Bom, já são tantas bisonhices no meio evangélico e neopentecostal hodierno, que acabei aceitando isso como algo medonho, mas normal. Afinal, fazer o que? Se fossemos dedicar um post aqui só para falar das esdrúxulas práticas que tem ocorrido no meio evangélico (pentecostal e neopentecostal) gastaríamos o resto do ano e não chegaríamos a um rol taxativo, pois cada um de nós teria sempre uma prática teratológica que viu em algum lugar para acrescentar ao rol.  

Contudo, por graça divina, fui agraciado agora pouco pela leitura de uma reportagem cujo link foi disponibilizado aqui no blog pelo Josué Flausino no post “Como Demônios Se Transformam Em Anjos”. Ao que tudo indica, a reportagem foi publicada na revista Época dessa semana. Pasmem vocês, a Época é uma revista secular, mas nunca li uma reportagem com intenções tão cristãs como essa. A jumenta falou novamente… O TEXTO É REVOLUCIONÁRIO, pois expõe certas convicções e preocupações que, aqui e ali, algumas pessoas têm em relação ao panorama cristão atual, mas ficam com medo de expor seu pensamento e serem chamadas de “herege”. Nunca li nenhuma reportagem assim na imprensa brasileira antes. Dou meu aval a tudo o que foi dito. Confesso que fiquei muito entusiasmado ao saber que mais gente pensa assim. Não prego e nunca pregarei o fim das igrejas institucionalizadas, mas advogo, peremptoriamente, uma mudança profunda em sua estrutura, seja nos que diz respeito à aspectos elementares, tais como sistema de hierarquia e forma de governo, até aspectos mais profundos, tais como finalidades e posicionamento sociológico. Eu lhe desafio a ler essa reportagem e, ao menos como um bem para você mesmo, pensar um pouco a respeito. Segue o link  da reportagem que foi publica na íntegra no blog Uma Estrangeira No Mundo http://estrangeira.wordpress.com/2010/08/07/revista-epoca-os-novos-evangelicos/

Muito obrigado pela riquíssima contribuição grande Josué! 

Abraços amigos!

PS: Roberto, já é um bom tema para o primeiro programa de teologia que faremos em breve, o que acha?

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