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Ética Cristã – UFC

Saudações guerreiros, como vão na luta contra a carne e o sangue?…

Recentemente os fãs de MMA (Mixed Martial Arts) brasileiros foram agraciados com a vinda do UFC (Ultimate Fighting Championship) ao nosso país. Essa é, sem dúvida alguma, a maior organização desse esporte atualmente existente no mundo.

Mas não quero falar do evento. Por sugestão do Dário, resolvemos abrir uma discussão sobre esse tema. Mais especificamente sobre sua relação com a ética cristã. Particularmente, já venho acompanhado esse esporte já faz alguns anos, desde 2005. Sempre gostei de artes marciais, inclusive pratico uma atualmente. Sempre vi as artes marciais como mais uma das formas de disciplinarmos nosso corpo. Contudo, devido à febre e ao modismo que o MMA está se tornando (alguns falam UFC, mas como visto essa é uma organização, e não a modalidade esportiva) alguns questionamentos éticos vem sendo levantados. Um primeiro problema, em minha opinião, é o MMA estar virando moda, pois tudo que se transforma em moda se degenera… Alguns dizem até que irá superar o futebol em popularidade aqui no Brasil. Acho difícil.

Bom, o principal argumento daqueles que não assistem as lutas é o da violência exacerbada, gratuita mesmo. Dizem, mais refinadamente, que aqueles que gostam desse tipo de evento seriam pessoas sádicas. Outros, mais de chacota, falam acerca da “pegação” que às vezes acontece no octógono entre os lutadores, dizendo ser esse um esporte de gays. Eu não queria estar com um “gay” daqueles no octógono, a pancada deve ser dolorida… Alguns ainda alegam que esse esporte seria coisa do Diabo. Outros tantos sequer consideram isso um esporte, sendo apenas pura violência.

Vejamos. Quanto à violência, tudo o que posso dizer é que ela é inerente não só ao MMA, mas a existência humana como um todo. A diferença é que eventos como o UFC canalizam essa violência de forma coletiva e organizada. Não estou dizendo que ver um cara desmaiando com um soco no queixo, com o rosto todo ensangüentado ou sendo finalizado não seja algo agressivo. Mas o pão e circo em Roma, assim como o UFC e tantas outras organizações são apenas válvulas de escape para nosso instinto de violência ou Tânatos, como diria Freud. Aliás, segundo Freud, esse instinto de morte, agindo numa relação dialética com o instinto de vida (libido), seria responsável por nosso “mal estar na civilização”.

Utilizemos o exemplo da F1. Ela é uma válvula de escape para nosso instinto de violência. Como? Ora, o piloto que acelera um carro daqueles, vertiginosamente, está colocando sua vida voluntariamente em risco, e isso é uma espécie de violência. O que dizer então da platéia? Todos que vão a um autódromo esperam ver algum acidente, algum carro capotando ou coisa do tipo. Estou mentindo? Ora, o que é isso se não violência sendo canalizada? O que dizer então das torcidas nos estádios de futebol, que vivem se matando? E o que falar de você, simples torcedor, que utiliza a vitória do seu time para “zuar” os outros torcedores? Isso também é um ato de violência. É desnecessário mencionar aqui os casos de maridos que batem na mulher, as gangues e os casos de crueldade contra os animais. É claro que não podemos nos esquecer dos motoristas que usam a buzina para descarregar toda sua frustração e mau humor na famosa “super buzinada”. Ah sim, não deixemos de lado os impropérios, mais uma forma de violência canalizada.

É claro que eu não poderia deixar de registrar aqui um paradoxo. Ainda segundo o psicanalista Austríaco, o ato que melhor concretizaria o instinto de vida (libido) seria o ato sexual. O instinto de morte (violência) visaria à desagregação dos homens, ao passo que a libido visaria sua união e perpetuação. Em tese seriam sentimentos opostos. Contudo, mesmo no ato sexual é fácil visualizar alguma violência. Muitas mulheres, por exemplo, gostam de “apanhar” durante o ato sexual. “Um tapinha não dói”, lembra da famigerada letra? Alguns homens gostam de bater nas mulheres, ou puxá-las pelo cabelo. Existem casais que gostam de se xingar ou então falarem palavrões durante o ato sexual. Aliás, se formos fazer uma análise mais anatômica, perceberemos que o próprio ato sexual é violento em si mesmo. Existem ainda outras práticas que comprovariam a violência na sexualidade humana. Contudo, para não chocar os mais conservadores ofendendo-lhes o pudor, deixo-as de lado.

O fato é que eventos com o UFC são apenas válvulas de escape coletiva, com um mínimo de controle e organização. Se você perguntar para algum lutador daqueles se ele sente vontade de brigar na rua, dificilmente a resposta será positiva. Eles extravasam no ringue. Diferente do que acontece em muitas boates, bares e festas de nossa cidade, onde a briga, além de ter um péssimo nível técnico, ainda acaba em morte de vez em quando.

Como cristão, não vejo nenhuma objeção ao UFC ou a qualquer outro esporte. “Jesus assistiria o UFC?”, pode alguém perguntar. Ao que eu responderia: “Amigo, Jesus sequer assistiria televisão em nossos dias, mormente em face da péssima qualidade de nossa programação. Está disposto a fazer o mesmo?”.  Analise tudo, retenha o que for bom…

Quanto ao UFC ser coisa do diabo, sinceramente, não há argumentos contra tal infantilidade, a não ser o de que ficar “demonizando” as coisas também seja uma válvula de escape para a violência humana… Que o diga aqueles “crentes espirituais”, que gostam de ficar proibindo tudo e ditando regras de comportamento rígidas para todos. O problema aqui só pode ser de duas naturezas: ou canalização da violência, ou, em bom português, falta de sexo.

Abraços meus amigos!

  1. 30/08/2011 às 12:17

    Uma atitude bem “antiética” é a pessoa criticar aquilo que ela não conhece. A pessoa que critica o que não conhece geralmente é aquela que nem pára para refletir sobre si mesma. Pois quem reflete sobre si mesmo vai ver que ser humano é vivenciar uma série de sensações, sentimentos, conflitos e pensamentos muitas vezes contraditórios que ele precisa aprender a lidar enquanto ele for um ser humano. Nós somos seres que possuem alma e a expressão dela é variadíssima: alegria, tristeza, raiva, amor, ódio… Não tem como ignorar essas coisas! O correto é aprender a lidar com ela e as artes marciais são um dos instrumentos utilizados para isso, pois a maioria delas trata do “domínio próprio”, o qual consiste em uma habilidade. E a habilidade ela não é algo que se conquista no plano teórico/mental mas ela é construída dia após dia através do auto-conhecimento e principalmente com a descarga de energia de que precisamos… o estresse, por exemplo, juntamente com a ansiedade nada mais são do que a expressão corporal de que algo em nossas vidas está incompleta/insatisfeita. E existem pessoas que simplesmente não encontram na “calma, mansidão, silêncio” a válvula de “escape” para descarregar a “energia” contida: elas precisam colocar para fora, e uma dessas maneiras é a arte marcial. E isto não conciste em violência, pois esta é justamente ignorar os impulsos que existem dentro de si mesmo e depois descontar injustamente em algo ou alguém. Arte Marcial é esporte, filosofia de vida, autocontrole, etc, jamais violência.

    Ótimo artigo Duarte, concordo com os pontos que você colocou sobre Ética Cristã e no que consiste a verdadeira violência: negar a si mesmo a expressão do ser que realmente existe dentro de si.

  2. 02/09/2011 às 02:13

    Nobre Larissa,

    Tomei a liberdade, atrevo-me a dizer ousaida, de olhar sua foto no gravatar e permita-me dizê-lo, com todo pudor possível: você combina duas qualidades que não grassam facilmente entre as mulheres, quais sejam, beleza e profunda inteligência. Agradeça a Deus por isso.
    Eu seria “antiético” se não mencionasse esse aspecto. Portanto, nesse exato momento sublimo meu instinto de violência (ou seria a lidibo)reconhecendo sua virtude.
    No começo meu pai ficou desconfiado quando me viu de Kimono (estou meio parado, mas faço jiu-jitsu). Mas com o tempo ele entedendeu. Deus vai abrindo a mente…

    Abraços minha amiga!

  3. 02/09/2011 às 17:01

    Caro irmão em Cristo,

    Você acredita que eu parei de fazer Twaekwondo justamente por meus pais entenderem que, além de “violento”, não é coisa para “meninas”? rsrs Porque tinha mais rapazes do que garotas na academia que eu fazia (infelizmente não são muitas mulheres que se interessam por artes marciais).

    Estava pensando em voltar e fazer Kung Fu mas ainda não tomei coragem e tempo para tanto =) Espero que dessa vez meus pais entendam, assim como seus pais entenderam, que arte marcial faz bem pro fisico e para a mente ;)

    E não precisa se desculpar pela ousadia de ver meu gravatar, até gostaria de saber o que você achou do meu boné do Vasco da Gama! =P

    Paz do Senhor

    • Duarte Henrique
      05/09/2011 às 01:58

      Nobre Larissa,

      Kung Fu é um arte marcial muito legal, e bonita também. Aqueles uniformes são garbosos. Quanto a questão de coisas que são ou não para meninas, devo confessar que tenho lá minhas tradições. Mas as artes marciais são para ambos os sexos, penso eu. Achei seu boné do Vaco muito bonito, lhe caiu bem. Eu não tenho time de futebol, portanto estou apto a reconhecer a beleza dos emblemas e dos uniformes de qualquer clube. O Vaco da Gama tem um belo emblema, bem como uma bela camisa. O único problema do qual sempre vejo os vascainos se queixando é que o time de vocês sempre chega próximo, mas “acaba morrendo na praia”. É verdade? Aliás, você é carioca? Ou torce para o Vasco por alguma influência? Aqui em Brasília nossos clubes são tão lamentáveis (Brasiliense e Gama) que o futebol acaba sendo apenas para diversão mesmo.

      Abração minha amiga.

      PS: Qual é mesmo o seu blog?

  4. Paulo
    03/09/2011 às 11:42

    “…O Espírito expressamente diz que nos últimos dias……..”

    Primeiramente quero desejar a gloriosa P A Z!!!!! Certamente estamos vivendo uma inversão de valores. O que era violência ontem já não é violência hoje.

    Acredito que seja um equívoco vosso e não vou considerá-los como apologistas do satanismo através da violência.

    Rogo-vos que não tenham comichão nos ouvidos e PAREM realmente para refletir o tamanho absurdo que estão pregando e defendendo. Quero acreditar que não fazem isso por pura e deliberada maldade.

    Fazer uso de pisicologia barata(ainda que de pecadores de nomes famosos) é e continuará sendo um mega equívoco de nossas almas pecadoras e de visão deturpada do “homoeuanggelio”(em contrapartida com Gl 1.8-9).

    Sangrar o seu semelhante de qualquer forma é PECADO(não existe outra palavra). Que santidade existe em arrebentar o seu semelhante??

    Pela ética comum não é algo de boa conduta agredir as outras pessoas e ainda mais fazendo uma “hiperpromoção da violência”. Ainda mais se tratando de ÉTICA CRISTÃ!!!!!!!

    Não convém nos irar, mas se porventura algo nos incitar a ira, devemos tentar a não pecar e tão menos defender o pecado.

    Evangelho é sim, negar a si mesmo a cada dia, uma vida de abnegação, renegar a toda natureza carnal e diabólica que existe em cada ser humano. Isso não é hipocrisia e sim prática do evangelho.

    Em 1a Tm 4.8 diz que o exercício físico para pouco se aproveita e sim a piedade. E o que vem a ser a piedade que Paulo fala aqui? É o exercício do evangelho.

    Homens valorosos e cheios de energia como provavelmente o deva ser vosmecê, dariam um bom saldo de almas para o evangelho. Toda essa natureza violente pode e deve ser toda canalizada para a piedade, segundo a Ética Cristã, se ela for realmente cristã?!

    Um bom exercício da piedade seria trabalhar com casas de recuperação. Evangelizar mendigos, prostitutas, ébrios costumeiros, usuários de psicotrópicos e etc. Correr atrás de recursos em empresas, shoppings, hipermercados, e pessoas do mundo corporativo quebrariam muitas moléculas de ATP! O celular não pararia de tocar e você não ia parar de correr para lá e para cá. As famílias iam ligar para você constantemente. As empresas também iam gostar de ter o nome em projetos como esse!

    Não estou aqui para dizer que você não deva praticar arte marcial. Tampouco dizer que eu ou aqueles que não concordam com essa nova forma de violência sejamos a pura obra de santidade. O que eu gostaria é que tão somente não faça apologia dessas coisa como se fossem parte do Evangelho da Nova Aliança no sangue de Cristo, pois de ética cristã isso não tem nada e sim, categoricamente, de antiética.

    • Duarte Henrique
      05/09/2011 às 02:26

      Estimado irmão Paulo, a paz de Deus meu querido!

      Em primeiro lugar gostaria de agradecer sua participação em nosso blog. Sua opinião foi de grande valia para que nosso debate alargasse seus horizontes.
      Bom, quanto ao assunto ora debatido, algumas considerações devem ser feitas. Primeiro, acredito que não fiz uma apologia ao MMA, apenas disse que não vejo incompatibilidade entre ser cristão e apreciar artes marcias. Querando ou não, eventos com o UFC são pautados em regras, que devem rigorosamente ser respeitadas. Sou totalmente contra a violência gratuita, ou seja, aquela que é diariamente vivenciada nas ruas, das mais diversas formas. Assim como o boxe, o MMA é apenas mais um esporte, penso eu. Eu concordo que sangrar seu oponente não seja algo nobre, mas ali as pessoas estão aceitando isso voluntariamente e sem levar para o lado pessoal. Tanto é assim, que muitas vezes depois das lutas, os lutadores se cumprimentam e se saúdam.
      Eu penso que Freud tenha nos deixado um legado importante em termos de psicologia analítica. É claro que nem tudo o que ele disse deve ser considerado cabalmente. Retenha o que for bom e descarte o que não for, eis um dos axiomas cristãos mais fundamentais. Além do mais, é claro que dentro de um outro contexto, o próprio Deus já deu ordens ao povo de Israel para que, em certas ocasiões, ao invadirem uma cidade transpassassem à espada todas as pessoas dali. Acho que isso implicava em sangra-las…
      Outrosim, penso que a passagem de I Tm 4.8 não deva ser interpretada como um mandamento, pois do contrário poderíamos simplesmente negligenciar o cuidado com nosso corpo sob o argumento de que não adianta fazermos exercícios, pois eles são supéfluos. É mais fácil entendermos que Paulo estava falando para um cultura materialista, que provavelmete dava mais atenção a aparência que ao espírito, daí sua advertência…
      Por fim, quando debatemos ética cristã, penso eu, não estamos debatendo apenas acerca daquilo que faça parte ou não dogmaticamente do cristianismo, mas sim de comportamentos e cosomovisões que sejam ou não compátiveis com a visão cristã.

      Espero vê-lo aqui outras vezes,

      Um grande abraço!

  5. 24/11/2011 às 18:22

    Caro Duarte Henrique,

    Vi agora a pergunta que você fez logo após meu comentário, antes tinha apenas o do irmão Paulo após o meu…rs. Eu não sou carioca, torço para o time Vasco da Gama porque sou descendente de portugueses e também porque desde que conheci a história do time, me apaixonei! =P Sou de Rio Branco – Acre (bem aqui pertinho kkk) e sou vascaína desde criança (embora meus pais sejam flamenguistas – um paradoxo – mas tenho vascaínos em minha família também). Meu blog é larissagp2.wordpress.com

    Por um lado foi bom meus pais terem pedido para eu largar as artes marciais, pois pude dedicar-me mais a outras coisas, como por exemplo à minha nova (e dessa vez eterna) paixão: violão. Ainda estou aprendendo, já tenho umas músicas quase prontas (mas com muito a ser aprimorado).

    E você, Duarte, tem alguma coisa que você goste muito de fazer? Você faz artes marciais?

    Abraços de sua irmã em Cristo!

  6. 24/11/2011 às 18:56

    Quanto à sua pergunta sobre o time Vasco da Gama…

    Peço sua licença para falar um pouquinho de futebol (visto que o assunto é Ética Cristã rs).
    Devo dizer que eu gosto de refletir sobre Futebol, embora não seja (aqui no Brasil) um assunto muito feminino (mesmo que na Europa e EUA seja muito comum mulheres discorrerem sobre futebol).
    Acredito que é um esporte singular, o qual soma trabalho em equipe, liderança, estratégia, técnica (e muita) e organização motivacional, que consiste no ponto onde quero chegar. Acredito que todos os clubes de futebol devem seu sucesso à uma “raiz” (digamos assim) chamada de Motivação.E ela é constituída por: salário em dia e demais direitos dos jogadores, tratamento do Clube, investimento estrutural e por último e não menos importante, o amor à camisa (embora saiba-se que este último requisito esteja caindo muito em prioridade hoje em dia).
    Logo, todo time que um dia passa por problemas em uma das áreas citadas terá fortaleza em outras áreas, principalmente, é claro, o apoio da Torcida. E quando se soma os problemas naquelas áreas citadas,o time enfraquece mas se fortalece com a torcida e com a perseverança e principalmente, decisão correta tomada pela liderança do time. Então pode acontecer aquele fenômeno que você citou, quando o time luta contra as “adversidades” mas mesmo assim “acaba morrendo na praia”. Isto aconteceu e acontece com praticamente todos os times de futebol em diversas épocas.
    Aconteceu com o Vasco da Gama, Coríntians e está acontecendo, por exemplo, este ano, com o Palmeiras (crise) e o São Paulo (o qual está passando por uns altos e baixos, também). O Flamengo está no “vai e vem” esse ano. O que quero dizer é que o “morrer na praia” acontece com todos os times em épocas mas que o bom nisto tudo é o crescimento e fortalecimento do clube, como você pode ver no Vasco e no Coríntians (ambos times que passaram pela série B). Não é uma característica só do vasco o “acabar morrendo na praia”. Hoje o Gigante da Colina já tem título da Copa do Brasil e está fortalecido, correndo na briga pela Tríplice Coroa, sendo a mais difícil a do Brasileirão (porque nosso adversário Corintians está jogando muito bem, é um forte concorrente) e estamos nas finais da Sulamericana, com titulares exemplares.
    Ademais, titular é sempre um bom investimento para o clube, paga dívidas porque atrai publicidade para o Clube e motiva os jogadores. Um erro do São Paulo este ano não ter gastado muito com um titular dos grandes (confiando sempre no fiel Rogério Ceni, que embora seja uma personalidade exemplar, não será sempre o “todo-poderoso” do referido clube).
    Eu gosto de observar vários clubes, embora eu seja vascaína. Não sou desses torcedores alienados que só sabem enxergar o próprio umbigo de torcedor rsrsrsrs.
    E onde pauta-se minha reflexão? Que futebol é como a vida, cheia de altos e baixos, derrotas e vitórias, metas e conquistas, mas sempre e sempre, nunca deve faltar a perseverança e a fé.

    Abraços!

  7. Hevelin
    24/11/2011 às 19:36

    em todos os times estao enquadrados a raça,a paixao,a disputa,a liderança,o planejamento para os proximos anos,e etc.Nao há um time que seja inferior a outro,a penas por ja ter caido pra serie B do Brasileirao,sempre vao ter os momentos de perda e vitória,alguns jogadores vao precisar da psicologia para descobrir a razao do mal desempenho,como por exemplo o Palmeiras que vive um momento ruim esse ano,mas que mesmo assim luta pra sobreviver no Campeonato,apelou para uma psicologa para ajudá-los,entao vemos que ate a psicologia é importante pro futebol,o Palmeiras nao desiste e ja segue um planejamento para o ano que vem,para que nao seja o mesmo Palmeiras desse ano,e sim um outro e Novo Palmeiras,que como todo time grande,tem um desejo de luta por titulos que a algum tempo nao conquista,o ultimo conquistado foi o Campeonato Paulista de 2008,mas planeja voos maiores do que um simples Campeonato Paulista,o desejo pela Libertadores.O Palmeiras vai com uma nova visao para 2012,planejando contratar jogadores de alto nivel,pelo menos uns 3 ou 4,como por exemplo Diego Tardelli,Obina,e ate quem nunca imaginavamos DAVID BECKHAM mesmo que seja mto dificil trazê-lo o importante é tentar,para buscar o que todo torcedor quer a muito tempo,como um Titulo de Libertadores e Brasileirao

  1. 20/05/2013 às 14:23

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