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Archive for the ‘Reflexão’ Category

Reformista Moderno e Bíblico – Paul Washer

Olá adoradores sem limite!

É com imensa alegria que gostaria de compartilhar com vocês um vídeo do Missionário americano Paul Washer, considerado um dos maiores reformistas protestantes da atualidade! Suas afirmações no video abaixo são consideradas, para alguns estudiosos da Nova Reforma, similares às 95 súmulas de Lutero.

Vejam e apreciem!

A paz do Senhor!

Categorias:Devocional, Reflexão

A sós com Deus – O Verdadeiro sentido da vida Cristã


Olá adoradores sem limite!

Vim aqui compartilhar com vocês algo que Deus tem colocado em meu coração nesses dias. É necessário um grande despertamento na Igreja do Senhor Jesus nesses últimos tempos para algo muito simples, vamos lá?

Tudo em nossa vida precisa da busca pelo Sentido.

Nossa existência é marcada por tendências, modos de viver, ambições, metas, objetivos e muitas vezes esquecemos da essência do nosso viver aqui nesta Terra.

Por causa desse esquecimento, muitas pessoas têm invertido valores e hábitos, colocando a meta na frente da motivação e o objetivo na frente da finalidade em seu proceder perante a vida.

E muitas pessoas ignoram ou fingem ignorar o incômodo que essa inversão de prioridades faz não somente com o nosso físico ( o qual, através do cansaço, fadiga, doenças psicossomáticas, etc, tenta nos alertar), mas principalmente com a nossa alma, a qual está ligada diretamente com a nossa vontade, com nossos sentidos,consciência.

Quando nos deparamos algumas ou na maioria das vezes com desânimo, falta de perspectiva, estresse, ansiedade, entre outros, são os sintomas que nosso corpo como um todo tenta nos comunicar de que algo está errado.

Contudo, este fenômeno não ocorre somente com nossa vida cotidiana, ela também acontece com a nossa vida Cristã. Vivemos uma época em que a Parábola do Semeador pode ser usada em nossos dias para descrever o Século que vivemos.

Veja:

Parábola do Semeador

“E outra parte caiu em pedregais, onde não havia terra bastante, e logo nasceu, porque não tinha terra funda; Mas, vindo o sol, queimou-se, e secou-se, porque não tinha raiz. E outra caiu entre espinhos, e os espinhos cresceram e sufocaram-na.”  (Mt 13:5,7)

              Qual a interpretação que nosso Mestre nos dá acerca desta Parábola? Ele diz:

“O que foi semeado em pedregais é o que ouve a palavra, e logo a recebe com alegria; mas não tem raiz em si mesmo, antes é de pouca duração; e, chegada a angústia e a perseguição, por causa da palavra, logo seofende; E o que foi semeado entre espinhos é o que ouve a palavra, mas os cuidados deste mundo, e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera. (MT 13:20,21).”

Esta parábola nos mostra que Jesus usou a simbologia “pedra” e “espinho” para descrever como as circunstâncias externas dessas pessoas descritas em sua Parábola sufocaram a Fé delas. Pelo motivo de que elas colocaram a angústia, a perseguição, os cuidados deste mundo e a sedução das riquezas ficarem na frente da sua Fé e da sua Salvação.

 Se a motivação vem antes da meta, qual a inversão que houve com as pessoas que são comparadas à terra com pedras?

Elas colocaram a opinião dos ímpios, manifestada através da perseguição, a qual trouxe a angústia, ficasse na frente da opinião de Deus a respeito dela e da conduta dela!

Igualmente, as pessoas comparadas à terra com espinhos colocaram esta vida terrena na frente da Vida Eterna.

Todavia, paremos para refletir o por quê dessa inversão de prioridades.

Por que?

É porque essas pessoas não passaram tempos, não dedicaram horas a sós com Deus.

Perceba que estas pessoas, quando ouviram a voz de Deus receberam com alegria a Fé, as suas Promessas. Aos poucos, no entanto, foram deixando que outras vozes falassem mais alto e por isso inclinaram-se para o abandono da fé!

Quem tem ouvidos para ouvir, ouça o que diz o Espírito de Deus às Igrejas:

“Oh, vinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemos diante do SENHOR que nos criou.”( Salmos 95:6)

O Filho de Deus, imaculado, santo, justo, passava horas diante do Pai e, mesmo passando 40 dias e 40 noites de jejum total, em meio à tentação de transformar pedras em pães, disse:

Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus. (Mt 4:4)

Ora, se Ele que tem em si mesmo a plena natureza do Pai, passava horas com Ele no Monte, sozinho, de madrugada, porque nós, simples seres humanos, achamos que uma ou duas horas de jejum e oração é o suficiente?

A nossa geração é uma geração que inverteu os valores e que não observa a conduta dos Apóstolos e dos Profetas, cujas vidas estão testemunhadas na Sagrada Escritura:

“Portanto nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta,olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus. Considerai, pois, aquele que suportou tais contradições dos pecadores contra si mesmo, para que não enfraqueçais, desfalecendo em vossos ânimos. Ainda não resististes até ao sangue, combatendo contra o pecado.” (Hb 12:1,4)

“Lembrai-vos dos vossos pastores, que vos falaram a palavra de Deus, a fé dos quais imitai, atentando para a sua maneira de viver.” (Hb 13:7)

Existem Cristãos contemporâneos, missionários, evangelistas e cristãos anônimos, intercessores, que não conhecemos, que enfrentam ameaças de morte, agressões verbais e físicas ao redor do mundo, mas a fé deles está inabalável. Porque eles passam tempos a sós com Jesus. Porque não deixaram de olhar para o Autor e o Consumador da verdadeira Fé.

Lembremos da vida de Moisés, que se achava incapaz de ter com o Faraó em nome de Deus, para libertar o povo de Israel! Quando a voz de Deus falou com ele, então ele foi e todas as palavras que Deus disse se cumpriram nele e através da vida dele. Recordemo-nos de Enoque (que andou com Deus e este o arrebatou para si), Noé, Josué,Abraão, Sara, Isaac, Jacó, José, Raab (ancestral de Jesus), Davi, Samuel, Paulo, Pedro, Tiago, João, Judas (não o Iscariotes), Filipe, Barnabé, Timóteo, Maria (mãe de Jesus na Terra), Maria e Marta (as irmãs que seguiam Jesus), Maria Madalena, etc!

Sigamos o exemplo deles! Desfrutemos da doce presença de Jesus Cristo, Igreja! E reflitamos essa glória em nossas faces, a qual não se apaga, mas é continuamente acesa através do Espírito Santo, para que todo aquele que o vê em nossas vidas seja salvo. Mas, principalmente, nós sejamos salvos naquele dia.

Abraços, que Deus nos coloque de volta (e sempre) no centro da Sua vontade!

Categorias:Devocional, Reflexão

Silêncio

Silêncio

“Para tudo há uma ocasião certa; 

há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu:

Tempo de calar e tempo de falar.” (Ec 3:7).

Uma das coisas mais sábias da vida é reconhecer que a interpretação das coisas é tão subjetiva que, antes de dizer que algo é isto ou aquilo, devemos refletir se o que entendemos é realmente aquilo que a pessoa quis dizer ou fazer.

Tudo na vida é muito subjetivo, generalizações possuem exceções, sempre.

“Toda generalização é falsa, inclusive esta”

(Filósofo Huberto Rodhen). 

E uma coisa importantíssima que temos que aprender é que escutar nem sempre significa aceitar o que se está sendo dito e que o silêncio nunca significou “sim” ou “não”, silêncio é silêncio.

Existe uma grande diferença entre “Entender” e “Compreender”. Entender se faz ao escutar, mas compreender é mais que isso, é aceitar ou se colocar no lugar do outro por já ter passado pelo mesmo ou se imaginar como.

Uma pessoa não pode ser julgada por causa de um silêncio, pois uma pessoa só pode responder pelo que faz e pelo que diz e se o que deixou de fazer ou dizer for omissão ou negligência.

Silenciar é diferente.

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Seria fácil… Mas, o que realmente importa?

 (crédito da imagem: http://mv-deusteabencoe.blogspot.com)

Saúdo os irmãos com a Paz do Senhor!

Vim aqui compartilhar mais uma reflexão… O que observamos na imagem acima?

Ela retrata momentos de nossa existência. Estar no braços do Pai.

Chega um momento em nossas vidas, principalmente os decisivos, em que precisamos refletir sobre tantas coisas, assuntos esses fundamentais para uma vida vitoriosa.

Há momentos em que precisamos entender que:

Alcançar a vitória seria fácil, se não fossem os obstáculos.

Ser santo seria fácil, se não fosse a tentação.

Sonhar seria fácil, se não fosse a desilusão.

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“A parte está no todo, mas o todo não está na parte”.

“Mas, quando vier o que é perfeito, então, o que é em parte será aniquilado”.

(1 Coríntios 13:10)

Graça e paz queridos irmãos em Cristo que visitam este abençoado blog! É com grande satisfação e alegria que venho compartilhar com vocês uma reflexão sobre um tema que muitos com certeza já buscaram, indagaram e viveram. É um assunto que eu penso desde a infância e provavelmente refletirei a vida inteira… Afinal, é um tema deveras apaixonante e não poderia deixar de ser.

Se tem um assunto que temo discorrer é sobre o Amor (apesar de muitas vezes ousar fazê-lo, embora não sem temor). Eu seria muito ousada se dissesse que possuo resposta para tais questões. Aviso de antemão que a opinião que aqui se segue é de uma mera mortal, totalmente consciente de que meu conhecimento é apenas o aprendizado que tiro das lições da vida dia após dia… Portanto, estou sujeita às críticas e às limitações. Ademais, a resposta para a questão proposta tem de ser avaliada sob a ótica do dever ser ou sob a ótica do que acontece de fato entre os seres humanos (que nem sempre correspondem a um “dever ser” pré-estabelecido). Ou seja, se pauta-se no que deveria ser ou se pauta-se no que acontece com as pessoas, sem pré-julgamentos (prefiro esta palavra à palavra pré-conceito, dada a resumida significância que tal palavra recebe nos nossos dias).

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Sobre O Pedobatismo

Saudações amigos. Espero que estejam bem. Afinal, esse é o ano da extinção…

Gostaria de começar o ano com uma discussão antiga, cujo conteúdo, contemporaneamente, segundo penso, tem pendido muitas vezes para o lado errado: o pedobatismo, ou seja, o batismo de crianças.

Sem querer aprofundar demais a discussão sob o aspecto “biblicista”, analiso apenas o principal argumento daqueles que não concordam com o batismo infantil, e depois apresento minha refutação. Cada um fundamente ambos os aspectos conforme quiser.

O principal argumento daqueles que não concordam com a batismo de crianças é o de que elas não crêem e, portanto, não poderiam fazer uma escolha.

Bom, em primeiro lugar, o batismo não é fruto de uma escolha, assim como a circuncisão no VT também não era. Abraão não perguntou a Isaque se ele queria fazer parte do pacto com Deus. Daí para frente, todo menino hebreu era circuncidado. Se ele seria ou não fiel ao pacto era outra questão. O batismo substituiu a circuncisão no cristianismo, assim como a ceia substituiu a páscoa judaica. Leia mais…

Culto Espiritualmente Improvisado…

Era melhor ter ficado em casa lendo alguma coisa…

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